Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010
Liberdade
Seja Livre
Acredite que possa voar
Não se prenda
Não se contenha
Corra atrás da felicidade
Você pode sempre TUDO !
Domingo, 29 de Novembro de 2009
Blow Your Mind ...
Isabella Delves Broughton, conhecida pelo nome de Isabella Blow (Londres, 19 de Novembro de 1958 — Gloucester, 7 de Maio de 2007)[1][2] foi editora de uma revista britânica e um ícone da moda internacional. A musa do designer de chapéus, Philip Treacy, é reconhecida por ter descoberto as modelos Stella Tennant e Sophie Dahl tal como o designer de moda Alexander McQueen.
"You can't be lonely in a hat" she says. It protects her from fashion vampires; "That's why I wear the hats, to keep everyone away from me".
De acordo com uma entrevista concedida Tamsin Blanchard, Blow declarou que usava chapéus extravagantes por uma razão prática: "para manter todos afastados de mim. Eles dizem, Oh, posso beijá-la? Eu digo, Não, muito obrigado. É para isso que uso o chapéu. Adeus. Não quero ser beijada por qualquer um. Quero ser beijada pelas pessoas que amo."
Isabella era uma pessimista fabulosa, que usava chapéus como quem faz terapia. Quando estava deprimida, visitava Treacy e, conforme ia experimentando os chapéus e conversando com ele, melhorava. “Usar chapéu é a maneira mais segura e barata de fazer cirurgia plástica”, dizia. Isabella era original, impactante, generosa e, ao mesmo tempo, diva e madrasta da moda. Com uma criatividade sem fim, era um agent provocateur de moda, que desprezava convenções, dona de uma gargalhada cavalar. Dizer que era extravagante é pouco. Quanto mais algo era bizarro, mais ela gostava. Flamboyant, amante de uma fofoca, falava o que queria sobre editores, estilistas e coleções. Bem alto, numa voz cortante, numa conversa plena de palavrões, maldades e cheia de nomes famosos. Nunca foi trabalhar sem saltos altos e chapéu. Era uma musa sem um momento de tédio. As suas assistentes morriam de medo, porque Isabella obrigava todas a usarem batom vermelho: “Sem batom vermelho não falo com vocês”.
Isabella queria ter uma morte à altura de sua vida – e conseguiu. Foi exêntrica até o fim. Após dizer a seus hóspedes em Hilles House que iria à cidade fazer compras, foi encontrada caída numa rua da cidade. Morreu no dia seguinte, em 7 de maio de 2007, numa segunda-feira, aos 48 anos. Pensaram num primeiro momento se tratar-se de overdose, mas Isabella morreu por ter ingerido o herbicida Paraquat. A verdade é que, por trás da sua efervescência, ela escondia um pessimismo mortal. Por trás da bravura, existia desespero. Por trás do comportamento selvagem, havia uma insegurança congênita. Aristocrática, egocêntrica e viciada em pílulas, Isabella fará muita falta no mundo cada vez mais pasteurizado da moda corporativa. Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
Those Bad Boys , We Love Them !
"I've been smoking nearly 50 years now. I just don't feel safe breathing anything I can't see! "
Dave Beard
"Remember, if you smoke after sex you're doing it too fast. "
Woody Allen
"I kissed my first girl and smoked my first cigarette on the same day. I haven't had time for tobacco since."
Arturo Toscanini
The cigarette is a portable therapist. ~The Quote Garden
Little tube of mighty pow'r,
Charmer of an idle hour,
Object of my warm desire.
~Isaac Hawkins Browne, "A Pipe of Tobacco"
Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Origem : Turn On Tune In Drop Out
"Turn on, tune in, drop out" is a counterculture phrase coined by Timothy Leary in the 1960s. The phrase came to him in the shower one day after Marshall McLuhan suggested to Leary that he come up with "something snappy" to promote the benefits of LSD.
- “ 'Turn on' meant go within to activate your neural and genetic equipment. Become sensitive to the many and various levels of consciousness and the specific triggers that engage them. Drugs were one way to accomplish this end.
- 'Tune in' meant interact harmoniously with the world around you - externalize, materialize, express your new internal perspectives. Drop out suggested an elective, selective, graceful process of detachment from involuntary or unconscious commitments.
- 'Drop Out' meant self-reliance, a discovery of one's singularity, a commitment to mobility, choice, and change.
Unhappily my explanations of this sequence of personal development were often misinterpreted to mean 'Get stoned and abandon all constructive activity'. ”
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